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Cozinha é lugar de criança?

Veja como fazer do espaço mais gostoso da casa um lugar de aprendizado e diversão

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Levar a criança para a cozinha é uma das formas mais práticas para fazê-la se interessar por uma alimentação saudável. E não é só isso: participar de tarefas como fazer a mesa, secar a louça e organizar os talheres também ajuda a formar filhos mais responsáveis.

Dentre as habilidades que os pequenos desenvolvem durante as atividades culinárias estão a concentração, a organização, a autonomia, a voracidade, a capacidade de esperar, o desenvolvimento do paladar e a autoestima.

Segundo Fernanda de Camargo Viana, psicóloga do Hospital e Maternidade São Luiz, não há uma idade certa para convidar a criança para participar das tarefas na cozinha. “Ela pode ajudar desde as atividades mais simples, como organizar os guardanapos, até as mais complexas, como cortar legumes. Mas antes é preciso respeitar as habilidades e capacidades de acordo com a idade”, alerta.

Experimentando novos sabores

Mostrar aos pequenos como são os alimentos e o modo de preparo é uma maneira eficaz de despertar o interesse em experimentá-los – é o que explica a nutricionista Cristiane Cedra. “Esse aprendizado de consistência, cheiro e sabor é imprescindível para a melhora da aceitação alimentar”, diz.

Esse contato faz com que o momento se torne ainda mais interessante para a criança. “Os pais precisam aproveitar a oportunidade para trabalhar com ingredientes saudáveis e introduzir aos filhos uma maior variedade de alimentos”, completa a nutricionista.

Mas para que o seu filho curta ainda mais a experiência, transforme-a numa brincadeira. Conte a ele a origem dos alimentos e peça para ele enfeitar o prato. Assim, as crianças ficarão super envolvidas com a atividade.

Hora de pôr a mesa

À medida que vão crescendo, é possível estabelecer algumas tarefas da cozinha, como pôr a mesa e secar a louça, por exemplo. São atividades simples e que podem fazer a criança conviver ainda mais em família.

A psicóloga Fernanda de Camargo Viana explica que esta atividade só terá sucesso se feita de forma convidativa. “Os pais devem transformar o momento numa brincadeira. Tudo o que é imposto como obrigação faz a criança perder o interesse, e essa não é a ideia”, diz.

Faça da cozinha um ambiente de convivência familiar. Assim, as crianças estarão sempre a postos para transformar as refeições num momento prazeroso entre pais e filhos. Bom apetite!

Fonte: delas.ig.com.br

[Receita] Bolo de Churros

Já pensou que delícia tomar um café com bolo de churros?

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Confira como fazer essa delícia:

Ingredientes

  • 3 ovos
  • 2 xícaras de farinha de trigo peneirada
  • 3 colheres de margarina
  • 1/2 xícara de leite
  • 1 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de canela em pó
  • 1 colher de sopa de fermento em pó

Mão na massa

  1. Bata as claras em neve e deixe-as separadas.
  2. Junte a margarina, o açúcar e as gemas e bata bem.
  3. Coloque a farinha peneirada e o leite aos poucos, mas não pare de bater.
  4. Acrescente a canela em pó e o fermento e misture bem.
  5. Coloque as claras em neve.
  6. Unte uma forma e coloque a massa no forno pré aquecido em 180 graus.
  7. Espete um palito para saber se a massa não está crua.
  8. Corte o bolo ao meio, recheie com doce de leite e depois cubra, polvilhe açúcar e canela.

 

Fonte:www.catracalivre.com.br

Receita: Cupcakes de Halloween

Dica para as festas de aniversário em Outubro!!

Como se sabe no dia 31 de Outubro é comemorado o Halloween.

Pensando nisso selecionamos uma receita especial de cupcakes que pode ser utilizado como lembrancinha em aniversários com tema Halloween. Que tal?

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Confira como preparar:

Ingredientes

  • Para a massa
  • 300g de farinha de trigo
  • 5g de bicarbonato
  • 30g de cacau em pó
  • 1 pitada de as
  • 160g de manteiga
  • 150g de açúcar
  • 150g de açúcar mascavo
  • 3 ovos inteiros
  • 1 colher (chá) de baunilha
  • 150g de chocolate meio amargo derretido
  • 200g de leite
  • 24 forminhas de papel laranjas, roxas ou pretas
  • Para a cobertura de brigadeiro branco
  • 400g de leite condensado
  • 25g de manteiga
  • 20g de farinha de trigo
  • Para a cobertura de brigadeiro preto
  • 400g de leite condensado
  • 25g de manteiga
  • 100g de achocolatado em pó

 

Modo de Preparo

​Para a massa
Separe os ingredientes. Pré aqueça o forno a 135 graus. Coloque as forminhas de papel na assadeira. Peneire a farinha de trigo e misture com os ingredientes secos (bicarbonato, cacau em pó e o sal). Bata a manteiga, o açúcar e o açúcar mascavo até que fique uma massa fofa. Vá adicionando os ovos, um a um, raspando as laterais da batedeira, até que fiquem bem incorporados. Acrescente a baunilha e o chocolate meio amargo derretido. Adicione a mistura de farinha em 3 vezes, intercalando com o leite, até que estejam bem incorporados. Coloque a massa nas formas de cupcake, enchendo até ¾. Retire do forno e deixe esfriar.

Fonte:www.receitas.ig.com.br

Você sabia? Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade.

Pode ser no carro, na sala de aula ou na festa de aniversário. Ouvir música com as crianças é sempre uma delícia, certo? O contato precoce com este tipo de arte ainda é capaz de beneficiar o aprendizado do seu filho. Cantar e tocar instrumentos faz com que ele estimule áreas neuronais que serão trabalhadas futuramente em outras funções – como nos cálculos matemáticos ou na leitura de textos.

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Tudo começa na fase de musicalização: de forma lúdica, sem ainda formalizar conhecimentos, a criança desenvolve a percepção auditiva. “Ela é capaz de distinguir um som agudo de um som grave. Se ouvir uma valsa e, em seguida, uma marcha, perceberá também a mudança de ritmo”, explica Margarete Kischi Diniz, coordenadora de música do Colégio Porto Seguro, na unidade Morumbi (SP). Essa percepção só é possível porque há um estímulo na região cerebral denominada córtex auditivo. Além disso, ouvir uma canção trabalha a coordenação motora, já que seu filho sentirá o ritmo e o reproduzirá com movimentos corporais – aqueles passos de dança que encantam a família.

Aos 6 anos, em geral, a escola passa a formalizar o ensino musical, apresentando técnicas para tocar instrumentos, notas musicais e partituras. E é justamente esse tipo de conhecimento que auxiliará o processo de alfabetização da criança. “Os princípios de aprender uma canção e de ler um texto são muito parecidos. É a transformação da língua falada em símbolos que precisam ser decodificados”, esclarece Antonio Carlos de Farias, neurologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Compare: a partitura passa a ser o símbolo que traduz o som ouvido. A palavra escrita segue a mesma lógica, já que é uma representação no papel do que é ouvido nas conversas.

Essa relação foi também comprovada por um estudo recente organizado pela Northwestern University, nos Estados Unidos. Crianças de 9 a 10 anos foram divididas em dois grupos: o primeiro teve lições de música por dois anos e o segundo, nenhum contato escolar com a disciplina. Após o período, os cientistas descobriram que aquelas que aprenderam a cantar e a tocar instrumentos tiveram melhor desempenho em leitura e em escrita. Elas conseguiam distinguir sons com mais facilidade que as demais e não tinham dificuldade de concentração em ambientes agitados.

Além disso, a música é um excelente incentivo à linguagem, por auxiliar na aquisição de vocabulário. Até a interpretação de texto é beneficiada pelo contato com as canções. “A memória operacional se desenvolve e faz com que a criança escute uma música e preste atenção ao que está sendo cantado. Ela consegue absorver a mensagem e o sentimento transmitido. Esse mesmo processo é encontrado ao ler um livro, que exige a concentração para dar significado à história”, explica o neurologista. Acredite: até o aprendizado de matemática é auxiliado, considerando que os números são símbolos, assim como as notas musicais.

De acordo com a lei nº 11.769, de 2008, a música deve ser conteúdo obrigatório na Educação Básica de todas as escolas brasileiras. O objetivo da exigência não é formar músicos, e sim desenvolver a sensibilidade e a integração dos alunos. Mas atenção: você também deve estimular o contato de seu filho com a música em casa.

Se a criança perceber que os pais valorizam este tipo de arte, também tenderão a apreciá-lo. Não adianta apresentar uma canção de forma artificial – a introdução precisa ser lúdica. Presenteá-la com um tamborzinho ou dançar junto com ela são formas criativas de iniciar o contato.

É importante que você tome certos cuidados: não coloque o som em um volume muito alto, já que a audição da criança ainda não está totalmente amadurecida. E coloque um ritmo compatível à faixa etária – um bebê preferirá algo calmo, como música clássica. O rock pesado pode esperar um pouquinho, certo?

Aproveite o momento de escutar música em família para enriquecer o repertório cultural do seu filho. Apresente a ele tanto compositores nacionais como internacionais, para que, aos poucos, ele desenvolva uma preferência pessoal. E mais: que tal, a cada faixa, contextualizar a obra? Diga em que época a canção foi criada, em que país ela se originou, como são os costumes daquele local. Será uma brincadeira divertida – e os resultados serão para a vida toda!

 Fonte:www.revistacrescer.globo.com

22 de Agosto Dia do Folclore

Nesta sexta-feira (22) é comemorado o Dia do Folclore no Brasil.

Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, numa justa homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que “folk” significa povo e “lore” quer dizer conhecimento, cultura.

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O folclore brasileiro, portanto, é a cultura de nosso povo e não há nada mais nacional do que ele. Afinal, ele é precisamente o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos brasileiros de norte a sul. Formada pela mistura de elementos indígenas, portugueses e africanos, a cultura popular brasileira é riquíssima.

Na área musical, por exemplo, são inúmeros e muito variados os ritmos e melodias desenvolvidos em nosso país. É o caso do frevo, do baião, do samba, do pagode, da música sertaneja. Há ainda as danças típicas das festas populares, como o bumba-meu-boi, o forró, a congada, a quadrilha e é claro o próprio carnaval, um verdadeiro símbolo de nosso país.

Um dos aspectos mais interessantes do folclore brasileiro, porém, são os seres sobrenaturais que povoam as lendas e as superstições da gente mais simples. O mais popular é o Saci, um negrinho de uma perna só, que usa um gorro vermelho, fuma cachimbo e adora travessuras, como apagar lampiões e fogueiras ou dar nó nas crinas dos cavalos.

Mas há vários outros seres fantásticos em nosso folclore: o Curupira, um anão de cabelos vermelhos, que tem os pés ao contrário; a Mula-sem-cabeça, que solta fogo pelas narinas; a Boiúna, cobra gigantesca cujos olhos brilham como tochas; e o Lobisomem, o sétimo filho homem de um casal, que vira lobo nas sextas-feiras de luas cheias, entre outros.

Em Santa Catarina a manifestação folclórica mais expressiva é O boi-de-mamão, sendo encenado principalmente na região litorânea. Com origem nas brincadeiras com o boi feitas nos Açores, tem seu primeiro registro com este nome em Santa Catarina datado de 1840. Inicialmente era chamado boi-de-pano.

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O folclore é importante na história de todos os povos, pois, por meio desse conjunto, pode-se conhecer a antiga cultura e preservar os costumes. No Brasil, essas tradições são ricas e diversificadas, uma vez que o país é bastante extenso e foi colonizado por uma mistura de povos. O interesse pelo folclore do país nasceu na segunda metade do século XIX. Mas foi na década de 1950 que houve um grande alvoroço e diversos estudos sobre o tema.

Legislação

No Brasil, o folclore é protegido por lei. Os artigos 215 e 216 da Constituição Federal garantem “o exercício dos direitos culturais” e incentivam “a difusão das manifestações culturais”.

Personagens

– Boto: Representado por um homem jovem e bonito que encanta mulheres em festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida .

– Iara: Sedutora sereia que enfeitiça os pescadores com sua beleza e canto e os leva para o fundo das águas.

– Saci Pererê: Menino negro de uma perna só que está sempre com seu cachimbo e um gorro vermelho. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso.

– Curupira: Anão de cabelos vermelhos e compridos, e com os pés virados para trás, que protege matas e os animais silvestres.

– Vitória-régia: Princesa que foi transformada em flor quando morreu afogada tentando alcançar a lua no reflexo do lago.

– Bicho Papão: Monstro que se esconde no quarto das crianças mal-educadas (armários, gavetas e debaixo da cama) para assustá-las no meio da noite.

– Boi de Mamão: Trata-se de um auto em tom cômico, mas com um elemento central dramático: a morte e a ressurreição do boi. Apresentado sempre rodeado de outros personagens como o proprietário do boi, a bernuncia e seu filhote, a maricota, o doutor, a viúva, o cavalinho, os outros bois, os corvos, podendo faltar algumas delas.

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Fonte: www.brasilescola.com / www.smartkids.com.br / www.educacao.uol.com.br

Para comemorar essa data o Parque Cia do Lazer oferece neste sábado (23) uma atração especial, a apresentação do Boi de Mamão “Alivanta Meu Boi”.

 

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