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Receita CACHORRO-QUENTE NO FORNO

Que tal preparar uma receita diferente para animar a garotada nesse final de semana?

Separamos uma deliciosa receita de CACHORRO-QUENTE NO FORNO!!!

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Ingredientes

1 ½ xícara (chá) de leite

2 ovos

1 xícara (chá) de óleo

Sal a gosto

1 xícara (chá) de amido de milho

2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo

1 colher (sopa) de fermento químico em pó

1 colher (sopa) de orégano

1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado

2 xícaras (chá) de mussarela ralada

2 tomates picados

3 xícaras (chá) de salsicha fatiada (200 g)

Mostarda e ketchup a gosto

Modo de Preparo

Para a massa, bata no liquidificador o leite, os ovos, o óleo e o sal. Acrescente o amido de milho e a farinha de trigo e bata novamente. Por último, acrescente o orégano e o fermento. Misture e reserve. Para a cobertura, misture em uma vasilha o queijo parmesão ralado, a mussarela e os tomates picados. Para a montagem do cachorro-quente, em um prato refratário retangular médio untado, coloque a massa reservada, em seguida as salsichas fatiadas e finalize com a cobertura. Asse em forno médio preaquecido por aproximadamente 40 minutos, ou até dourar. Sirva com ketchup e mostarda a gosto.

Fonte:receitas.ig.com.br

Como ensinar crianças e adolescentes a não aceitar nada de estranhos

Conversas sobre abordagens de pessoas que não sejam conhecidas podem começar cedo e devem ter informações acrescentadas com o passar dos anos

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Para não despertar pânico nas crianças, a conversa sobre estranhos deve ser em tom amigável, sem exageros

Geração após geração, os pais ensinam às crianças que elas não devem aceitar presentes de estranhos, seja um brinquedo ou um doce. Os motivos para esse cuidado são óbvios: preocupação com a segurança dos filhos e medo de que eles sejam afastados da família (física ou psicologicamente). Mas não raro surgem dúvidas sobre a dinâmica dessa orientação. Como fazer os pequenos entenderem por que devem agir dessa maneira? E a partir de quando eles assimilam tais informações?

“Não é fácil”, reconhece a psicóloga Suely Palmieri Robusti, diretora da Escola Novo Ângulo Novo Esquema, que explica: “Tudo isso envolve falar sobre coisas de que a criança não gosta, como violência, furtos, sequestros. Mas não pode simplesmente não falar, ela precisa entender a realidade do mundo”.

Na opinião de Suely, o primeiro papo sobre não conversar com estranhos e não aceitar nada que eles ofereçam pode ser tão logo a criança entre em uma escola e, consequentemente, passe a ficar mais tempo longe dos pais. “Mesmo que ela tenha dois anos de idade, já saberá interagir, pedir para ir ao banheiro, sociabilizar. É importante ela entender que há pessoas em quem pode confiar além da família, como os professores, e outras de quem não deve aceitar aproximação, que são os estranhos”, afirma.

Para Luciana Fevorini, doutora em psicologia escolar pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora do Colégio Equipe, os pais podem esperar um pouco mais. “É à medida que a criança cresce que uma conversa sobre segurança e como lidar com abordagem de estranhos faz sentido. Quando ela é muito pequena, quase sempre estará acompanhada de um adulto, é mais difícil haver oportunidade para isso na realidade dela”, defende.

Atenção ao tom

Mesmo com visões inicialmente diferentes, Suely e Luciana concordam quanto ao cuidado com o tom da argumentação dos pais. “Se os adultos falam com muita aspereza sobre estranhos e os perigos que eles representam, podem acabar despertando um pânico nas crianças”, diz Suely. Luciana complementa: “Isso pode, inclusive, gerar uma dificuldade no processo posterior de autonomia dos filhos, na pré-adolescência”.

Então qual deve ser o tom dessas conversas? “O de uma conversa normal”, aconselha Suely. “Tem que explicar para a criança que ela deve recusar com educação algo que seja oferecido por um estranho, porque não se sabe o que há ali e quais são as intenções dele. Que mesmo que seja um indivíduo com aparência de ‘bonzinho’, não se deve confiar, porque ele não é conhecido. Também é importante reforçar que ela sempre deve contar para a mamãe e o papai quando acontecer alguma abordagem dessas. Os pais têm que estar por dentro do que acontece na vida do filho”.

Quando chega a pré-adolescência e a adolescência, novas perspectivas devem ser acrescentadas às orientações sobre o assunto

Mais velhos

Quando chega a pré-adolescência e a adolescência, novas perspectivas devem ser acrescentadas às orientações sobre o assunto. “Na realidade atual das cidades grandes, essa preocupação com a abordagem de estranhos vem atrelada à própria questão da segurança no espaço público. Mais velhos, ao andarem sozinhos na rua com seus pertences de valor, os filhos estão vulneráveis a abordagens violentas, inclusive, e os pais devem alertá-los sobre isso”, afirma Luciana.

Drogas e sexualidade também cabem nesses papos, como destaca Suely: “Cada faixa etária precisará de mais informações, porque o universo de experiências torna-se mais amplo com o passar do tempo. É preciso falar para o pré-adolescente que estranhos – e até conhecidos – tentarão seduzi-lo com drogas e que elas fazem mal. O adolescente tem que saber que sua sexualidade poderá ser notada por quem ele não conhece e ele deve impedir esse contato”.

E se o filho sair da linha?

Mesmo com todas as instruções dos pais, nada impede que em algum momento a criança, o pré-adolescente ou o adolescente decida aceitar algo de um estranho. Lidar com isso depende de como os pais descobriram o fato.

“Se o filho aparecer com o objeto ou o alimento em casa e mostrar para os pais que pegou, mas não utilizou, é sinal de que os ensinamentos estão assimilados e ele quer a validação dos adultos. Nesse caso, deve-se reforçar que ele fez o certo ao expor o acontecido aos pais e explicar que, como não se sabe a origem daquilo, será jogado fora”, recomenda Suely.

Mas se o deslize tiver chegado aos ouvidos dos pais por meio de terceiros (pais de um amigo, por exemplo), o jeito é sentar e conversar. “Sem broncas”, diz Luciana. “As broncas podem impedir a comunicação. Deve-se ouvir o filho e entender por que ele fez aquilo, o que aceitou e explicar mais uma vez as consequências de seu ato”, esclarece.

Suely sugere o uso de auxílios visuais nesse diálogo: “Além de contar que no que ele aceitou poderia haver drogas – se é que não eram drogas de fato –, vale mostrar fotos da decadência em que entram a aparência e a saúde de que as consome. São essas fotos em estilo ‘ano a ano’ que sempre vemos na internet. As imagens normalmente têm um impacto muito maior”.

Fonte: delas.ig.com.br

[Receita] Fantasmas e abóboras de frutas

Aprenda a fazer fantasmas e abóboras de frutas, uma saborosa mistura de chocolate e frutas.

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Confira:

Ingredientes:

. 300 gramas de chocolate branco picado
. Corante laranja para chocolate
. 4 maçãs pequenas
. 4 peras pequenas
. Papel-manteiga
. 50 gramas de chocolate ao leite
. Saco plástico limpo

Modo de preparo::

Em um refratário, leve o chocolate branco ao micro-ondas por 1 minuto. Retire com cuidado e mexa até amornar. Divida o chocolate derretido em dois potes. Coloque uma gota de corante em um deles e mexa. Passe as maçãs no chocolate laranja. Passe as peras no chocolate branco. Deixe escorrer o excesso de chocolate e coloque as frutas sobre o papel-manteiga. Leve para gelar por 10 minutos. Quebre o chocolate escuro em pedaços e leve ao micro-ondas por 1 minuto. Retire com cuidado e mexa até ficar morno. Coloque-o no saquinho, faça um corte pequeno numa das pontas. Decore as frutas e espere o chocolate endurecer.

Fonte:mdemulher.abril.com.br

Como lidar com a criança que desafia os pais?

Criança desobediente e agressiva demais pode sofrer de um transtorno que exige tratamento.

Pense naquela criança que nunca obedece aos pais e dá de ombros para o que a professora fala. Ou naquela que desafia os adultos e até manda neles, conseguindo tudo o que quer por causa de seus pitis agressivos. Esse perfil às vezes só indica que o “pequeno reizinho” está sendo criado sem limite algum, mas também pode estar relacionado a um problema psicológico, o transtorno desafiador opositivo. Leia o texto a seguir, descubra se a rebeldia do seu filho anda além da conta e aprenda a lidar com ela.

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É marra ou doença?

Crianças exageradamente desobedientes e agressivas são mais comuns do que se imagina. “Estudos indicam que uma em cada dez crianças em idade escolar tem transtorno desafiador opositivo”, diz o médico Gustavo Teixeira, especialista em psiquiatria da infância e adolescência. Gustavo é autor do livro O Reizinho da Casa (Editora BestSeller), que aborda o problema. É verdade que teimosia e desobediência são características normais na infância, presentes na maioria dos pequenos. Mas, segundo o médico, existe uma maneira de perceber se a situação está saindo da normalidade. Fique atenta se a criança anda tendo dificuldades de convívio com amigos e familiares ou se está indo mal na escola. Esses são fatores que indicam algo mais sério.

Procure ajuda especializada

Segundo o psiquiatra Gustavo Teixeira, a criança sofre quando é muito agressiva. Além disso, o distúrbio pode estar associado a outros problemas, como a depressão. Por isso é bom procurar um médico e fazer uma avaliação. Sem tratamento, o transtorno desafiador opositivo aumenta as chances de envolvimento com álcool e drogas no futuro. Mas tudo pode ser evitado com acompanhamento adequado. Geralmente, há indicação de psicoterapia, que pode ser associada a medicamentos. O tratamento deve incluir, ainda, orientações à família e à escola. Pais e professores precisam aprender a lidar com a criança.

Como estimular o bom comportamento

Lidar com uma criança que desafia os pais o tempo inteiro exige muito jogo de cintura e cabeça fria. Veja, abaixo, algumas dicas que podem ajudar no dia a dia:

1. Recompense as boas atitudes

Incentive seu filho a ter um bom comportamento. Sempre que ele for bonzinho e compreensivo, faça um elogio e demonstre sua satisfação com um abraço, um beijo ou mesmo um sorriso. Reforçar as atitudes positivas, mesmo as mais simples, é o correto.

2. Estabeleça regras claras

Converse com seu filho e ensine que ele tem direitos e deveres. Para deixar isso claro, escreva num papel, com a ajuda do pequeno, as tarefas que ele precisa cumprir ao longo do dia, como arrumar a cama, guardar a roupa… Anote também os horários reservados para brincar, ver tevê e usar o computador. Coloque a lista num mural visível. Quando seu filho deixar de fazer algo combinado, lembre-o de que vocês têm um trato e ele deve ser cumprido.

3. Se necessário, aplique uma punição

Se elogiar é importante quando a criança age direito, dar uma boa bronca diante do comportamento errado também é. Mas nada de bater ou ameaçar. Esse tipo de castigo só ensina aos filhos que ser violento é certo. Lembre-se de que ele irá repetir isso fora de casa, sendo mais agressivo ainda com os outros. Prefira recriminar o que ele fez chamando a
atenção de forma objetiva.

4. Esqueça os sermões

Conversa comprida demais tira o foco do assunto. Se a criança aprontou para valer, dê um castigo, como reduzir as horas de uso do computador. Mas castigar não é torturar! Com bom senso, aplique uma penalidade que tenha relação com o erro cometido. Por exemplo: se a criança se recusa a escovar os dentes, deixe-a sem balas e doces por uma semana.
Fonte: mdemulher.abril.com.br

PUDIM DE CANECA PRONTO EM 1 MINUTO!!!

Receita Rápida Para o Final de Semana

PUDIM DE CANECA PRONTO EM 1 MINUTO!!!

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Ingredientes:

  • 1 caneca de 350ml de capacidade que possa ir ao microondas
  • 1 colher (sopa) de açúcar para o caramelo
  • 1 colher (chá) de água
  • 130ml de leite (½ xícara+1 colher de sobremesa)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar ou leite condensado
  • 1 ovo
  • essência de baunilha a gosto

 

Como fazer :

 

Na caneca, coloque 1 colher de sopa de açúcar com ½ colher de chá de água. Gire a caneca para misturar os dois até formar uma pasta.

Leve ao microondas em potência alta por 1 minuto. Depois vá aquecendo de 20 em 20 segundos até caramelizar. Experimentei deixar 1 minuto direto e acabou queimando, por isso faça aos poucos.

Tire a caneca do microondas e junte mais ½ colher de chá de água (vai borbulhar, cuidado). Gire a caneca para envolver e retorne mais 10 segundos no microondas para terminar de derreter. Reserve.

É bom lembrar para apoiar a caneca num descansa panela ou prato e não direto no granito ou outra superfície fria toda vez que tirar do microondas para não dar choque térmico.

Se o leite estiver gelado, aqueça rapidamente no microondas por 20 ou 30 segundos pelo mesmo motivo.

Bata o ovo com fouet, junte o açúcar ou leite condensado, o leite e a baunilha. Bata bem e peneire na caneca.

Leve ao microondas em potência média por 1 minuto. Se continuar líquido, deixe mais 30 segundos mas fique de olho.

A mistura vai borbulhar e vai se firmar no centro como um pequeno “vulcão”. Deixe mais 3 ou 5 segundos. Ainda vai ter leite em volta mas está ok. Tire do microondas e coloque sobre uma toalha. Cubra imediatamente com filme plástico e envolva a caneca com a toalha. Deixe abafado por 10 minutos.

Depois deste tempo, pode desenformar e comer quentinho se quiser ou espere esfriar para levar à geladeira. Se quiser pode fazer o pudim na potência alta mas fique de olho para parar no primeiro instante que ameaçar borbulhar.

 

Fonte:http://cybercook.com.br

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